7 de abr de 2011

Frases antológicas: Gilberto Freyre

Gilberto de Mello Freyre foi um sociólogo, antropólogo, historiador, escritor e pintor brasileiro, considerado um dos mais importantes sociólogos do século XX. Entre suas obras destacam-se "Casa-Grande & Senzala", "Sobrados e Mucambos", "Nordeste: Aspectos da Influência da Cana Sobre a Vida e a Paisagem", "Interpretação do Brasil", "Ordem e Progresso" e "Vida social no Brasil nos meados do século XIX"



Frases:

"Da cunhã é que nos veio o melhor da cultura indígena. O asseio pessoal. A higiene do corpo. O milho. O caju. O mingau. O brasileiro de hoje, amante do banho e sempre de pente e espelhinho no bolso, o cabelo brilhante de loção ou de óleo de coco, reflete a influência de tão remotas avós."

"É tão raro o homem de uma só época como raro é hoje raro o homem de uma só cultura ou de uma só raça, ou como parece vir sendo, o indivíduo de um só sexo."

"Em nenhuma parte do Brasil a formação da família se processou tão aristocraticamente como entre canaviais."

"Sem um fim social o saber será a maior das futilidades"

“Todo brasileiro, mesmo o alvo de cabelo louro traz na alma, quando não na alma e no corpo (...) a sombra, ou pelo menos a pinta, do indígena ou do negro".

" Se depender de mim, nunca ficarei plenamente maduro nem nas idéias nem no estilo, mas sempre verde, incompleto, experimental".

"Uso palavras que denominarei intuitivas sem repelir as lógicas. As cotidianas sem repudiar as raras. As populares sem deformar as eruditas, as sensíveis sem repelir as abstratas".

"Não há experiência de corpo que não seja também experiência de alma, o contrário sendo também verdadeiro".

"O saber deve ser como um rio, cujas águas doces, grossas, copiosas, transbordem do indivíduo, e se espraiem, estancando a sede dos outros. Sem um fim social o saber será a maior das futilidades"

“Uso as palavras instrutivas sem repelir as lógicas. As cotidianas sem repudiar as raras. As populares sem deformar as eruditas, as sensíveis sem repelir de todo as abstratas”

“Aprendiz, sempre aprendiz (...) De vez em quando sou acusado de saudosismo, se como saudade fosse uma coisa vergonhosa.”

“Creio que cada um deve ficar o mais possível no lugar onde nasceu. Nada de muita emenda ao soneto da vida: ou do destino que é o mesmo."

Um comentário:

Anônimo disse...

Gostei muito deste blog.Peramblogando ja tem um(a)fã!!!bjs...

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