27 de jan. de 2010

Time dos Sonhos - Revista Placar

De tempos em tempos a revista Placar realiza uma eleição com jornalistas para eleger aquele que seria o "time dos sonhos" de alguns clubes brasileiros. Uma relação de jogadores e treinadores que marcaram suas passagens pelos clubes e que se tivessem trabalhado juntos teriam causado muito estrago por aí.

Confira o time dos sonhos, segundo a Placar, de doze clubes brasileiros:


ATLÉTICO - MG: Nelinho, João Leite, Luizinho, Vantuir, Cincunegui e Toninho Cerezo - Oldair, Paulo Isidoro, Reinaldo, Dario e Eder - Tec. Telê Santana

CRUZEIRO - Nelinho, Raul, Procópio, Perfumo, Sorín e Piazza - Zé Carlos, Dirceu Lopes, Tostão, Palinha e Joãozinho - Tec. Vanderlei Luxemburgo

INTERNACIONAL - Paulinho, Manga, Figueroa, Gamarra, Oreco e Salvador - Tesourinha, Paulo Cesar Carpegiani, Falcão, Valdomiro e Fernandão - Tec. Rubens Minelli

GRÊMIO - Arce, Lara, Airton, Calvet, Everaldo e Dinho - Ronaldinho Gaúcho, Gessi, Renato Gaúcho, Alcinho e Éder - Tec. Luiz Felipe Scolari

VASCO DA GAMA - Augusto, Barbosa, Ely, Bellini, Mazinho e Danilo - Juninho Pernambucano, Roberto Dinamite, Ademir de Menezes, Edmundo e Romário - Tec.Flávio Costa

FLUMINENSE - Carlos Alberto Torres, Castilho, Ricardo Gomes, Edinho, Branco e Didi - Paulo César, Gérson, Rivelino, Telê e Assis - Tec. Carlos Alberto Parreira

FLAMENGO - Mozer, Raul, Aldair, Domingos da Guia, Junior e Andrade - Zizinho, Leandro, Nunes, Zico e Adílio - Tec. Claudio Coutinho

BOTAFOGO - Nilton Santos, Manga, Mauro Galvão, Leônidas, Carlos Aberto Torres e Didi - Túlio Maravilha, Gérson, Garrincha, Jairzinho e Paulo César - Tec. Zagallo e João Saldanha

SÃO PAULO - Cafu, Rogério Ceni, Oscar, Dario Pereyra, Mineiro e Leonardo - Muller, Pedro Rocha, Careca, Raí e Canhoteiro - Tec. Telê Santana

SANTOS - Carlos Alberto, Gilmar, Mauro, Alex, Léo e Zito - Coldoaldo, Pelé, Robinho, Coutinho e Pepe - Tec. Lula

PALMEIRAS - Djalma Santos, Marcos, Dudu, Luís Pereira, Roberto Carlos e Waldemar - Julinho, César Sampaio, Rivaldo, Ademir da Guia e Evair - Tec. Luiz Felipe Scolari

CORINTHIANS - Zé Maria, Gilmar, Gamarra, Roberto Balangero, Wladimir e Luizinho - Sócrates, Rivelino, Neto, Claudio e Casagrande - Tec. Oswaldo Brandão


Metallica - Death Magnetic World Tour

A temporada de shows internacionais já começa em alto estilo. Acontece amanhã em Porto Alegre a primeira apresentação do Metallica em terras brasileiras depois de dez anos. A banda de James Hetfield (vocais, guitarras, piano), Kirk Hammett (guitarra), Robert Trujillo (baixo) e Lars Ulrich (bateria) fará dois shows, sendo o outro em São Paulo.

Os shows integrantes da turnê Death Magnetic vem na esteira do ótimo disco homônimo, lançado em 2008, e que já alcançou a marca de mais de 30 milhões de cópias vendidas. Em tempos de pirataria e downloads gratuitos, 30 milhões é uma marca extremamente expressiva!

Como se não bastasse o ótimo disco recente, a banda acumula, nesses quase 30 anos de carreira, clássicos suficientes pra deixar qualquer fã em estado de êxtase. Podem esperar por petardos como "Whiplash", "One", "Enter Sandman", "The Unforgiven", "Nothing Else Matters", "Seek & Destroy", "Ride the Lightning", "Trapped Under Ice" e "Sad but True", além das atuais "The Day That Never Comes", "My Apocalypse" e "All Nightmare Long".

Pra ir esquentando, um clássico:



Informações - Metallica Death Magnetic World Tour

Porto Alegre
Onde: Estádio Zequinha
Endereço: Avenida Assis Brasil, 1200 - Porto Alegre
Quando: quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Horário: 21h30
Quanto: de R$ 120 a R$ 250

São Paulo
Onde: Estádio do Morumbi
Endereço: Praça Roberto Gomes Pedrosa, 1 - Morumbi - São Paulo
Quando: sábado, 30 de janeiro de 2010
Horário: 21h30
Quanto: de R$ 150 a R$ 500

26 de jan. de 2010

A criatividade faz isto

O Playdesign é um escritório italiano de design que trabalha com a criação de produtos, materiais gráficos e para a web. O pessoal dá um show quando se trata de produtos criativos. O trabalho dos designers de produto são um capítulo à parte. As peças são super bacanas! Confira:

Have a nice day: conjunto de colheres de café feitas em aço inoxidável. Fofas!

Mary Poppins: kit desenvolvido para carros da Citroen contendo materiais para primeiro socorros, ferramentas e triângulo.
Mario: medidor de spaghetti para até 4 pessoas. Repare que, quanto maior a quantidade de massa, o Mario fica mais gordinho e mais sorridente.

Nina: termômetro digital para banheira. A porta da cabine é o botão liga/desliga e a âncora é o tampão da banheira.
Coffe Time: colheres de café feitas em metacrilato.

Dá vontade de ter todos!

Se quiser ver outros trabalhos vá à página do Playdesign.


25 de jan. de 2010

Disco da semana - Powerslave

"Powerslave" (1984) - Iron Maiden

Faixas:

1."Aces High"
2."2 Minutes to Midnight"
3."Losfer Words"
4. "Flash of the Blade"
5."The Duellists"
6."Back in the Village"
7."Powerslave"
8."Rime of the Ancient Mariner"








"Powerslave" é o quinto álbum do Iron Maiden, na época formado por Bruce Dickinson (vocais), Dave Murray (guitarra), Adrian Smith (guitarra), Steve Harris (baixo) e Nicko McBrain (bateria).

O que podemos dizer de "Powerslave" é que trata-se do típico álbum do Iron Maiden, o que para os fãs da banda é uma ótima característica. Oito faixas fortes repletas de riffs de guitarra potentes.

A primeira faixa, "Aces High", talvez seja uma das melhores aberturas de disco que já ouvi. Após um introdução com trecho de um discurso de Churchill, a música começa em um ritmo que anuncia que algo ainda virá. E realmente vem. Uma verdadeira injeção de energia e uma canção pra lá de clássica.

Não menos clássica é a segunda faixa, 2 Minutes to Midnight", dona de um ritmo envolvente que o faz realmente temer pelos dois minutos que restam antes da meia-noite.

Temos então uma sucessão de músicas regulares, ("Losfer Words", "Flash of the Blade", "The Duellists" e "Back in the Village") suficientes para preencher o álbum.

A penúltima música dá nome ao título. Uma faixa que nos leva de volta ao antigo Egito onde o poder dos escravos ergueu um império. Mais uma temática "histórica" nos temas abordados pela banda. O final do álbum é marcante. "Rime of the Ancient Mariner" traz uma das melodias mais envolventes do repertório do Maiden. Realmente um gran finale. Ainda não sei ao certo o que é melhor. O início arrebatador ou o explêndido final?

Um belo álbum sem dúvida alguma.



22 de jan. de 2010

O que é Slow Food?

Um movimento que prega o prazer da gastronomia aliado à preservação da natureza. Este é o cerne do slow food, ideia criada em 1986, na cidade de Bra (Itália). O seu fundador, Carlo Petrini, já conseguiu semear sua filosofia por dezenas de países e angariou 80 mil membros à fundação que se encontra em crescimento constante.

O slow food busca reestabelecer um equilíbrio na vida estressante e acelerada das pessoas. Isso implica na condenação do fast food e de hábitos não saudáveis como a ingestão rápida de alimentos. Para reverter essas condutas o movimento realiza a "educação do gosto" que consiste na sensibilização do tato, olfato e paladar além de conscientizar os jovens da importância cultural dos alimentos. Dessa forma, as tradições alimentares adquirem maior importância para as populações.

Essa maior valorização da refeição, por um lado, acaba resgatando os hábitos alimentares locais, o que faz com que os produtos consumidos sejam mais frescos, livres de insumos agrícolas. E esse fator acaba por contribuir com a natureza. Também são respeitados os animais em extinção e as estações do ano. Os adeptos da prática slow food se intitulam eco-gastrônomos, devido ao respeito aos ciclos da natureza.

O movimento funciona por meio de redes sociais que eles chamam de "convivium" e se tratam líderes que estabelecem contato com produtores locais e fortalecem as relações com os consumidores. Portanto, mesmo que o slow food tenha adquirido um status de movimento mundial, as lideranças são feitas de forma regional.

Aos interessados, o site www.slowfoodbrasil.com traz mais informações.


21 de jan. de 2010

13a. Mostra de Cinema de Tiradentes

Amanhã tem início a 13a Mostra de Cinema de Tiradentes (até 30 de janeiro), evento que inaugura a temporada audiovisual do Brasil de 2010 e apresenta ao público a diversidade da produção cinematrográfica brasileira contemporânea em formação, reflexão, exibição e difusão.



Um espaço rico e ousado de intercâmbio, de encontros e diálogos, de revelação, de integração, de novas iniciativas, ampliação e visibilidade para todos que tem compromisso com seu país. O evento contempla mostra de filmes, oficinas diversas, debates, seminários e neste ano uma homenagem ao cineasta Karim Aïnouz.

Para mais informações acesse: www.mostratiradentes.com.br

Frases antológicas - Molière

Jean-Baptiste Poquelin, mais conhecido como Molière , foi um dramaturgo francês, além de ator, considerado um dos mestres da comédia satírica. Teve um papel de destaque na dramaturgia francesa, até então muito dependente da temática da mitologia grega, Molière usou suas obras para criticar os costumes da época. É considerado o fundador indireto da Comédie-Française.

Entre suas obras destacam-se: "O misantropo", "O tartufo", "Escola de mulheres", "O doente imaginário", "A escola dos maridos", "Don Juan", "As sabichonas" e "O burguês fidalgo".

Frases:

“Quando nos fazemos entender falamos sempre bem”

“A virtude neste mundo é sempre maltratada; os invejosos morrerão, mas a inveja é poupada”

“Quem dos outros ri, deve recear que, como vingança, também se riam de si”

“Eu vivo de boa sopa e não da linguagem”

“As línguas têm sempre veneno para verter”

“Contra a maledicência não há muralhas”

“As pessoas de qualidade sabem tudo sem nunca terem aprendido nada”

“Considero tão difícil combater uma obra que o público aprova como defender outra que ele condena”

“Prefiro um vício cômodo a uma virtude que fatigue”

“A escola da experiência é a mais educativa"

“Um tolo que não diz palavra não se distingue de um sábio que se cala”

“Facilmente nos deixamos enganar por aquilo que amamos”

“Morre-se apenas uma vez, mas por tanto tempo!”

“Eu prefiro viver dois dias na terra do que mil anos na história”

“Deveríamos olhar demoradamente para nós próprios antes de pensarmos em julgar os outros”

“O desprezo é uma pílula amarga, que se pode engolir, mas que se não pode mastigar sem fazer caretas”

“Todos os vícios, quando estão na moda, passam por virtudes”

“É comprida a estrada que vai desde a intenção até à execução”

“Não só somos responsáveis pelo que fazemos, mas também pelo que não fazemos”

20 de jan. de 2010

Como funciona: roupa com filtro solar

Os casos de câncer de pele aumentam a cada dia e com isso deve-se aumentar também o cuidado com o sol. Os efeitos da exposição solar são cumulativos e por isso é necessário se proteger durante todos os dias do ano. Atualmente os bloqueadores que conhecemos, em forma de creme e gel, também são encontrados em tecidos. Ou seja, a roupa e o chapéu que você usa agora também têm a capacidade de proteger contra 98% dos raios UVA e UVB. Mas a produção desse tipo de tecido ainda se restringe a apenas algumas marcas.

Curioso é pensar como uma roupa tem a capacidade de proteger dos raios solares nocivos. Pois bem, acontece que esta malha especial é produzida com fios de dióxido de titânio, substância presente nos filtros solares. Para fixar a substância no tecido são usados produtos especiais que permitem que a roupa seja lavada sem perder o fator de proteção.

Via Vila Fashion


19 de jan. de 2010

Extintores diferenciados

A francesa Fire Design fabrica extintores de incêncio diferenciados. Para sair da mesmice a loja traz designs divertidos: estampas malhadas, florais, camufladas, quadriculadas... O site ainda traz a opção de estilizar seu extintor.

Parece que a empresa realmente se preocupa com as normas de segurança e não apenas em fazer um produto visualmente apelativo. Talvez por isso o preço não seja uma pechincha. O mais barato, de acordo com o site, custa 65 euros. Ainda que não seja um valor acessível, vale a pena entrar na página e conhecer os produtos que são muito mais decorativos que os extintores do mercado. Com certeza você nunca viu nada parecido! Muito bacana.

Para conferir outros modelos:
www.fire-design.fr







18 de jan. de 2010

Disco da semana - Os Mutantes

"Os Mutantes" (1968) - Os Mutantes

Faixas:

1."Panis et Circenses"
2."Minha Menina"
3."O Relógio"
4. "Adeus, Maria Fulô"
5."Baby"
6."Senhor F"
7."Bat Macumba"
8."Le Premier Bonheur du Jour"
9."Trem Fantasma"
10."Tempo No Tempo"
11."Ave Gengis Khan"





Disco de estréia do grupo homônimo Os Mutantes, formado na época por Arnaldo Baptista (baixo, teclados e vocais), Rita Lee (vocais, percussão, flauta) e Sérgio Dias (guitarra e vocais).

O que a audição de "Os Mutantes" nos reserve é uma breve amostra do que fora o tropicalismo no final da década de 1960: uma fabulosa mistura de manifestações tradicionais da cultura brasileira com inovações estéticas radicais.

O álbum tem início com a emblemática "Panis et Circenses", música que nomeou o álbum manifesto do tropicalismo. Composta pela dupla Caetano Veloso/Gilberto Gil, "Panis et Circenses" é um grande cartão de visita pra obra psicodélica dos Mutantes.

"Minha Menina", vem em seguida. Essa composição de Jorge Benjor ganhou novos ares nas mãos dos Mutantes. Apesar de simples, é extremamente agradável de se ouvir. "O Relógio", terceira faixa do disco, é a primeira composta pelos próprios Mutantes e não causa o impacto das anteriores. Totalmente diferente é "Adeus, Maria Fulô", releitura de composição de Humberto Teixeira e Sivuca. Sem dúvida uma das pérolas deste álbum. Merecia maior antenção.

A já bem sucedida "Baby", tanto na voz de Gal Costa como na de Caetano, surge também em interessante interpretação dos Mutantes, mas que não supera as mencionadas.

Depois de passar pela regular "Senhor F." chegamos a uma canção interessante: "Bat Macumba", uma canção-poesia típica do concretismo. Basta dar uma olhada na letra para entender do que estamos falando. Mas uma olhada mesmo, no desenho que a letra forma. Inovação pura.

Após uma canção francesa, outras duas canções regulares se sucedem: "Trem Fantasma" e "Tempo no Tempo". Chega-se então ao final do álbum com "Ave Gengis Khan", síntese de tudo o que os Mutantes viriam a fazer dali pra frente: muito rock psicodélico.



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