24 de mai. de 2009

Conhece o Bathynomus?

Este bichinho que parece a mistura de um baratão com uma lagosta é o Bathynomus (Bathynomus giganteus). Trata-se de um dos maiores isópodas que se tem notícia e sua existência só foi descoberta há cerca de 20 anos. Seu habitat é o fundo do mar, cerca de 200m de profundidade, e sua alimentação é composta por restos de peixes mortos, plâcton, esponjas do mar e outros animais.

Quem já provou, diz que o gosto da carne do Bathynomus se assemelha ao carangueijo. Você encararia?

Relíquias do Rock

Instrumentos, peças de roupa, objetos pessoais... Tudo que um rockstar toca vira objeto de desejo de fãs em todo o mundo. Muitos destes "artefatos" são colocados a venda em leilões que arrecadam alguns milhares de dólares. Alguns dos itens mais caros desta lista foram compilados pela revista Rolling Stone.
Por meros 30 mil dólares é possível comprar as Botas Demon de Gene Simmons, da época do Alive, ou o violão que Pete Townshend usou para compor "Behind Blue Eyes".
Um pouco mais cara é a carta que Bob Dylan escreveu para Jerry Garcia. Valor? 35 mil dólares.
Por 50 mil é possível adquirir a Cartola do Slash. Já por 91 mil você pode ter em suas mãos o último caderno de Jim Morrison. Passando dos 100 mil dólares temos o piano de Elton John, por 164.500.
Por 200 mil dólares você pode optar pela guitarra “Lucille” Gibson ES-345 de B. B. King, ou pelo órgão VOX 1965 de John Lennon, tocado no Shea Stadium e no The Ed Sullivan Show.
Entretanto, três itens se destacam nesta lista. Primeiramente a guitarra Fender Stratocaster de Jimi Hendrix, avaliada em 490 mil dólares. Quase meio milhão.

Em seguida vem a pele do bumbo usada na capa de Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band, vendida pela bagatela de 945 mil dólares.
Por fim, os itens mais caros desta lista cheia de zeros. As guitarras Irwin "Tiger" e "Wolf”, que Jerry Garcia usou nas turnês do Greateful Dead nos anos 80. Por 1,74 milhões elas são suas.

A maioria dos itens listados pertence hoje a colecionadores anônimos.

22 de mai. de 2009

Um mundo não tão mágico...




Jogos musicais

Os chamados games musicais surgiram para mim em 2007. Já conhecia aqueles jogos de dança e os karaokes, mas foi nesse ano que pela primeira vez joguei Guitar Hero, no caso o II. A princípio não entendia a lógica daquele jogo. Uma série de cores que surgem na tela e que devem ser combinadas com um apertar de botões específico. Tá, mas e daí? Onde isso leva?
Joguei a primeira vez, "Sweet Child O'Mine". Bem, não era o Guns. Era um cover, mas bem feito. Ao final da canção tive vontade de "tocar" outra, pra ver como seria, e assim veio "Take Me Out". Quando percebi, nessa de "deixa eu ver tal música", já havia "tocado" umas 20. Aquilo era realmente divertido. Pra mim então, uma negação na prática musical, aquilo era o mais próximo que conseguiria chegar de ser um músico.

Pura coordenação motora. Essa é a melhor definição da jogabilidade. Sem desviar os olhos da tela, deve-se apertar os botões certos na hora certa. No meu caso, botões de um controle dual shock de PS2.
Após acabarem as músicas ficou a vontade de jogar mais. Resultado? Fui atrás do Guitar Hero I. Mais músicas, mais bandas e mais divertimento. E assim foi com Guitar Hero Encore the 80's e Guitar Hero III. Mas faltava algo.
Faltava a principal inovação do jogo: a guitarra-controle. Resolvi tirar o escorpião do bolso e adquirir uma. Percorri Belo Horizonte inteira e nada de achar a tal guitarra pra comprar. Acabei encontrando uma genérica, cópia da original. Ainda bem que não desisti da procura. Jogar Guitar Hero na guitarra é uma experiência completamente distinta de jogá-lo no controle. A diversão é multiplicada n vezes. O início é complicado. Apertar meros 3 botões parece coisa de outro mundo. Mas logo se pega o jeito e a cada novo botão incluído, mais divertidos ficam os jogos. A despeito da cena ridícula de um adulto com uma guitarrinha de brinquedo.

Tudo lindo, tudo perfeito. Eis que surge Rock Band. Feito pelos criadores do Guitar Hero, Rock Band apresentava uma enorme inovação. Por que tocar apenas guitarra quando se pode tocar bateria e até cantar?
No início torci o nariz pra novidade. Adquiri o jogo, bem legal por sinal, mas pra jogar só na guitarra, e ponto. O tempo foi passando, surgindo novos Rock Bands e a curiosidade em jogar na bateria só aumentava. Eis que o próprio Guitar Hero baixa a guarda e resolve lançar também a tal bateria. Bem, se até eles se renderam, porque não eu. Assim como com a guitarra, não encontrei a bateria em parte alguma de BH. Acabei comprando nos Estados Unidos, e ela veio de navio. Longos 3 meses de viagem até tê-la a minha frente.

A mesma sensação que tive ao jogar com a guitarra. Essa é a melhor explicação para minha primeira música "tocada" na bateria. E pensei: "Como fiquei tanto tempo sem uma".
Esse relato verídico da pessoa que aqui escreve se assemelha ao de outros tantos milhares de jogadores ao redor do mundo. Os jogos musicais se tornaram verdadeiros fenômenos. Suplantaram até mesmo o segmento esportes, principal filão do games desde sempre.

O sucesso dos jogos musicais reflete diretamente na indústria fonográfica. Se para a criação do primeir Guitar Hero, os produtores tiveram que implorar pelo uso de músicas famosas, mesmo que em versões cover, hoje o que se vê é justamente o contrário. Os músicos procuram as produtores visando incluir uma canção sua no repertório dos jogos.

Tal relação chegou ao ápice com o lançamento de Guitar Hero: Aerosmith. Como diz o título, o jogo tem como principal atração a onipresença da banda Aerosmith, com seus maiores sucessos, seus músicos em versão digital, além de outras bandas que influenciaram ou foram influeciadas por Tyler, Perry e cia. As vendas do jogo geraram um lucro para a banda, maior do que o obtido com qualquer dos inúmeros discos por eles lançados. Jogos musicais dão dinheiro.

Após a empreitada bem sucedida do Aerosmith, AC/DC e Metallica também ganharam versões exclusivas. Os próximos da lista são os Beatles.

Além disso, discos completos estão disponíveis para os jogadores que possuem PS3 e XBox 360, que podem adquiri-los via internet. Entre estes temos "Nevermind" do Nirvana, "Ten" do Pearl Jam, "Blood Sugar Sex Magik" do Red Hot Chili Peppers e até mesmo o controverso "Chinese Democracy" do Guns N Roses.
A batalha entre Guitar Hero e Rock Band, cada vez mais acirrada, acabou por ser benéfica aos fãs dos jogos musicais. O que importa a estes, principalmente, é a variedade e quantidade de músicas disponíveis. Com um lançamento atrás do outro, o repertório para os "shows" só tende a aumentar.
Jogos da série Guitar Hero:
Guitar Hero I, II, III, World Tour, Aerosmith, Metallica, Encore the 80's, On Tour, On Tour Decades.
Jogos da série Rock Band:
Rock Band 1, 2, Track Pack Vol1, Track Pack Vol2, AC/DC.
Para 2009 estão previstos Rock Band The Beatles, Lego Rock Band, Rock Band Unplugged, Rock Band Classic Rock, Guitar Hero 5, Guitar Hero Van Halen, Guitar Hero Smash Hits e Band Hero.
Os jogos estão disponíveis para PS2, PS3, Wii, XBox360, PC, MAC Nintendo DS e PSP.
Mesmo se você é daqueles que não suporta jogos eletrônicos, dê uma olhada nos jogos musicais. São ótimas formas de entretenimento. Em grupo então a diversão é garantida.

Se não tem tu, vai tu mesmo. Será?

A grife francesa Hermès é responsável um objeto de desejo daquelas mulheres ávidas por moda: a Kelly bag (traduzindo, bolsa Kelly). O acessório ganhou esse nome graças à atriz Grace Kelly. Certo dia, quando já era princesa de Mônaco, ela se deparou com vários paparazzi mas, a fim de esconder sua barriguinha de gestante, colocou a bolsa à frente de seu corpo. As fotos foram divulgadas ao redor do mundo e a mulherada logo quis uma bolsa igual de Grace Kelly.


Como tudo que é muito cobiçado não está ao alcance de todos, a bolsa também não é para qualquer reles mortal. O motivo você já deve imaginar, o preço. Um modelo da Kelly custa, no mínimo, a bagatela de 5 mil dólares.

Mas veja isso, a Hermès tem em seu site uma seção com modelos da Kelly bag em uma versão para imprimir. São até bonitinhos: tem em estampas geométricas, com florzinhas, bichinhos, por aí vai... Olha lá: www.lesailes.hermes.com

É até legal se você quiser fazer o download para ver o molde ou para guardar (caso você seja realmente louco por moda), sei lá... Menos para usar! Não me vá sair com uma bolsa de papel só porque "é" uma Kelly.

Ah, brincadeira tem limite.

21 de mai. de 2009

O habitat natural das marcas

O site russo English Russia imaginou como seriam algumas marcas famosas em seus locais de origem. São muitas fotos, que você pode acessar pelo link acima, mas colocamos algumas abaixo para você entender a idéia.








Nada como uma mente ociosa para pensar coisas assim. Vi no Bem Legaus!


Frases antológicas: Nelson Rodrigues

Nelson Rodrigues foi um importante dramaturgo, jornalista e escritor brasileiro. Autor de peças como "Vestido de noiva", "Perdoa-me por me traíres", "O beijo no asfalto", "Bonitinha, mas ordinária" e "Toda nudez será castigada".

Entre seus romances, contos e crônicas destacam-se "Asfalto selvagem" (também conhecido como Engraçadinha), "A vida como ela é...", "A dama do lotação" e "O óbvio ululante: primeiras confissões".

Torcedor fanático do Fluminense, Nelson Rodrigues também foi um grande cronista do futebol. Suas crônicas podem ser encontradas em "A pátria sem chuteiras" e "À sombra das chuteiras imortais".

Frases de Nelson Rodrigues:

"Sou um menino que vê o amor pelo buraco da fechadura. Nunca fui outra coisa. Nasci menino, hei de morrer menino. E o buraco da fechadura é, realmente, a minha ótica de ficcionista. Sou (e sempre fui) um anjo pornográfico."
"Deve-se ler pouco e reler muito. Há uns poucos livros totais, três ou quatro, que nos salvam ou que nos perdem. É preciso relê-los, sempre e sempre, com obtusa pertinácia."
"Em futebol, o pior cego é o que só vê a bola."
"Deus me livre de ser inteligente"..
"Não há nada mais relapso do que a memória. Atrevo-me mesmo a dizer que a memória é uma vigarista, uma emérita falsificadora de fatos e de figuras."
"O Brasil é muito impopular no Brasil."
"Só acredito nas pessoas que ainda se ruborizam."
"Toda unanimidade é burra."
"Só os profetas enxergam o óbvio."
"Até 1919, a mulher que ia ao ginecologista sentia-se, ela própria, uma adúltera."
"A cama é um móvel metafísico."
"Nem toda mulher gosta de apanhar, só as normais"
"Hoje é muito difícil não ser canalha. Todas as pressões trabalham para o nosso aviltamento pessoal e coletivo."
"O 'homem de bem' é um cadáver mal informado. Não sabe que morreu."
"Tudo passa, menos a adúltera. Nos botecos e nos velórios, na esquina e nas farmácias, há sempre alguém falando nas senhoras que traem. O amor bem-sucedido não interessa a ninguém."
"Nós, da imprensa, somos uns criminosos do adjetivo. Com a mais eufórica das irresponsabilidades, chamamos de "ilustre", de "insigne", de "formidável", qualquer borra-botas."
"O boteco é ressoante como uma concha marinha. Todas as vozes brasileiras passam por ele."
"Acho a velocidade um prazer de cretinos. Ainda conservo o deleite dos bondes que não chegam nunca."
"Amar é ser fiel a quem nos trai".
"O brasileiro é um feriado."
"As feministas querem reduzir a mulher a um macho mal-acabado".
"O homem começou a própria desumanização quando separou o sexo do amor."

20 de mai. de 2009

João em vida

Em março publicamos um post recomendando o ótimo blog Quase Calado do Francisco Pigrizya. Eis que agora o Pigrizya nos brinda com uma idéia que considerei bastante instigante. Como seria escrever uma única história a partir das idéias de dois escritores, sem que haja interferência de um na seqüência imaginada pelo outro? É isto que propõe Pigrizya, que juntamente com Nikolai Reverie, apresenta "João em vida". Dividida em 10 episódios, a série será publicada no blog já mencionado. O primeiro desses episódios, intitulado "O estalo e a laranja", escrito por Reverie, já está disponível e pode ser conferido no seguinte link

Confesso que estou curioso para ver o resultado de tal proposta. Ainda que acredite que a escrita de um acaba por interferir na do outro, quero acompanhar a série para ver como ela se desenvolverá. De qualquer forma, independente do resultado, "João em vida" já é uma valorosa contribuição para a criatividade, principalmente em uma blogosfera onde o que mais se vê é a repetição ad infinitum dos mesmos assuntos e formas.

Aproveitem a visita ao blog para ler os demais textos lá publicados.

Sucesso no Halloween 2009

Não precisa ser nenhuma mãe Dinah pra prever isso...

A genialidade de Vik Muniz

O paulistano Vik Muniz é um dos artistas mais badalados do momento. Nascido em 1961, Vik é filho de uma telefonista e de um garçom e teve a oportunidade de ir para Nova York por causa de um acidente: quando apartou uma briga de rua, Vik foi acidentalmente atingido por um tiro na perna e curiosamente o autor do disparo era pessoa que o artista tentava defender. Para compensar o ato, a pessoa ofereceu uma quantia de dinheiro a Vik que aproveitou a chance e foi para Chicago. Dois anos depois se instalou em Nova York, local que reside até hoje.

No início de sua carreira seus trabalhos consistiam basicamente em esculturas, porém com o tempo o artista começou a tirar fotografias de suas obras e atualmente seus projetos consistem em trabalhar a ilusão através da construção de imagens. O resultado é alcançado por meio de figuras que são construídas a partir de materiais inusitados e da posterior fotografia dessas obras.

Vik foi classificado como um dos maiores expoentes da arte mundial no livro "501 Great Artists: A Comprehensive Guide to the Giants of the Art World". Vale ressaltar que além dele, somente outro brasileiro figura a lista, o Hélio Oiticica. Agora o artista traz à sua cidade natal uma exposição intitulada "Vik" com 131 peças de seu acervo que ficará exposta no MASP até o dia 10 de julho.

Em passagem pelo Rio de Janeiro até o mês de março, "Vik" fez um sucesso muito grande com o público e o mais interessante é notar que as obras abragem uma gama muito grande de pessoas. Indivíduos de tipos mais diversos sentem-se fascinados pelo obra de Vik Muniz. A explicação talvez seja pelo fato do comprometimento que o artista tem em fazer com que sua arte esteja realmente ao alcance de todos. Vik simplesmente quer fazer algo que as pessoas gostem e um dos seus pontos altos é a criatividade. O artista utiliza materiais inusitados, mas vai do banal (como a geléia e a manteiga de amendoim que utilizou para fazer sua Monalisa) aos luxuosos diamantes (utilizados no retrato de Liz Taylor). Também existem obras feitas com soldadinhos de plástico, lixo, chocolate... Tudo empregado com muito talento.

Uma das histórias mais inusitadas envolve a "Medusa Marinara": Vik estava em um jantar quando, na frente de todos, começou a fazer a obra em seu próprio prato. Logicamente as pessoas ao seu redor ficaram espantadas com a irreverência e o dom do artista. Dá uma olhada como ficou:
Quem já foi recomenda: a exposição "Vik" é uma chance imperdível de conferir a genialidade de um artista brazuca. Portanto, se estiver em São Paulo, não deixe de ir.

19 de mai. de 2009

10 pessoas que escaparam da morte

1. Vesna Vulovic: A Aeromoça que sobreviveu a um ataque terrorista a 33000 pés de altitude

Em 26 de janeiro de 1972, um avião Airlines DC-9 levantou vôo de Copenhagen para Belgrado com 28 passageiros e tripulantes. A uma altitude de 33.000 pés, uma bomba colocada na no compartimento de cargas, plantada pelo grupo separatista Ustashe croata, explodiu, fazendo a aeronave cair.
A única sobrevivente foi a aeromoça Vesna Vulovic de apenas 22 anos de idade. Com a queda ela fraturou o crânio, duas pernas, e três vértebras.


2. Frane Selak: Escapou de um acidente de trem, avião, ônibus, um carro em chamas e 2 acidentes automobilísticos

O professor de música croata, Frane Selak (nascido em 1929) teve sua primeira experiência quase-morte em janeiro de 1962, quando Selak pegou um trem e o mesmo descarrilou, matando 17 passageiros, ele conseguiu escapar apenas com um braço quebrado. Um ano mais tarde, sofreu um acidente de avião, acordando alguns dias mais tarde no hospital com pequenas lesões. Em 1966,o ônibus em que Selak estava, caiu em um rio e matou 4 pessoas. Selak saiu ileso, passando ainda por mais 3 acidentes de carro.


3. 16 sobreviventes de um acidente aéreo na Cordilheira dos Andes

No dia 13 de outubro de 1972, numa sexta-feira, um avião da Força Aérea Uruguaia sobrevoava ao longo dos Andes, quando o piloto cometeu um erro de cálculo e iniciou a descida prematura da aeronave fazendo a mesma se chocar com o pico Geleira das Lágrimas, situado entre Chile e Argentina.
Doze pessoas morreram na hora e os sobreviventes tiveram que suportar um frio de menos 30 graus e a fome, se alimentando da carne dos mortos. Finalmente após 72 dias eles foram resgatados e venceram a morte.


4. Anatoli Bugorski: O Homem que sobreviveu a um Feixe de um Acelerador de Partículas

Como pesquisador do Instituto de Física de Altas Energias Protvino, Bugorski era o responsável pelo trabalho com o maior acelerador de partículas soviético, o Synchrotron U-70. No dia 13 de julho de 1978, após verificar uma avaria em uma peça do equipamento fazendo a mesma emitir um feixe de luz de 200.000 rads (600 rads já é o suficiente para matar uma pessoa). O feixe atravessou seu cérebro corroendo ossos e tecidos cerebrais. Bugorski sobreviveu mas, ficou surdo e com todo o lado esquerdo de seu rosto paralisado.


5. Roy Sullivan: Atingido por raios 7 vezes

O guarda florestal Roy Sullivan, entrou para o livro dos Recordes após ser atingido sete vezes por raios em seus 36 anos de carreira.
O primeiro ataque relâmpago, aconteceu em 1942. Sullivan foi atingido na perna e perdeu unha. Em 1977 aconteceu o seu último ataque, deixando-o com queimaduras no peito e estômago.
Roy Sullivan morreu em 28 de setembro de 1983 com 71 anos de idade, a causa do óbito, suicídio devido a um amor não correspondido.


6. Joe Simpson: Conquistou o Siula Grande e sobreviveu a uma queda de 30 metros em uma fenda de Gelo

Nascido em 13 de agosto de 1960, o alpinista Joe Simpson ganha a vida atualmente dando palestras motivacionais. Sua história de superação começou no dia em que Simpson e seu amigo Simon Yates resolveram chegar ao pico Siula Grande, até ai tudo bem, mas na hora de descer Joe sofreu uma queda de mais de 30 metros em uma fenda Gelo. Yates não tendo o que fazer voltou ao acampamento e simpson teve rastejar durante 3 dias com uma perna quebrada até chegar a salvo no acampamento base.


7. Truman Duncan: Sobreviveu a queda de um trem

O funcionário de uma linha férrea, Truman Duncan teve sua experiente quase morte quando caiu na frente de um trem em movimento. O trem o arrastou por alguns metros cortando suas duas pernas. Embora tenha perdido um rim e as duas pernas, Duncan ainda conseguiu ligar de seu celular para os paramédicos, ele ainda esperou 45 minutos pelo socorro e já foi exposto a de mais 23 cirurgias.


8. Aron Ralston: Amputou o seu antebraço para sobreviver na montanha

Em maio de 2003, enquanto Aron Ralston estava em uma viagem ao John Canyon em Utah, um pedra gigante caiu sobre seu antebraço direito, esmagando-o.
Após tentar, durante cinco dias, levantar a rocha e totalmente desidratado e delirante, Ralston decidiu amputar seu próprio antebraço para salvar sua vida, usando uma lâmina cega, ele cortou o tecido que o estava prendendo a pedra. Ele conseguiu se libertar e foi resgatado por autoridades do parque.


9. Robert Evans: Atropelado por um carro e um trem no mesmo dia

“Ele pegou duas caronas de ambulância na noite passada”, disse a polícia. Trata-se de uma extrema esquisitice um sujeito ser atropelado por um carro e 7 horas depois ser atropelado por um trem, foi isso que aconteceu com Robert Evans, após ser atropelado por um carro, Evans estava voltando do hospital, caminhando sobre a linha do trem, quando a toda velocidade o comboio passou ao seu lado e uma grade o atingiu, ele voltou ao hospital com ferimentos graves, mas para sua sorte mais uma vez sobreviveu.


10. Mauro Prosperi: Sobreviveu 9 dias no Deserto do Sahara

O ávido maratonista Mauro Prosperi, participou de sua pior maratona em 1994 no deserto do Sahara, quando uma tempestade de areia causou uma confusão no sentido percorrido por Prosperi, ele correu na direção errada ficando perdido durante nove dias no Deserto, se alimentando de morcegos e eventualmente cobras e para se manter hidratado bebia sua própria urina. Prosperi ainda tentou o suicídio cortando seus pulsos, mas seu sangue coagulou muito rápido, em seguida ele foi encontrado por nômades que o ajudaram.

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